terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Janeiro Branco, mês da conscientização sobre a Saúde Mental



A saúde mental está relacionada à forma como uma pessoa reage às exigências, desafios e mudanças da vida e ao modo como harmoniza suas ideias e emoções. Diariamente, é vivenciado uma série de emoções, boas ou ruins, mas que fazem parte da vida, como lidamos com essas emoções são o que determina como está a qualidade de nossa saúde mental.


Manter a saúde mental, no entanto, não é tão simples quanto parece, principalmente nos dias atuais. São muitos problemas, como estresse, brigas, atrasos, advertências, doenças, incapacidades, imitações, entre outros fatores que podem influenciar negativamente a saúde.

Ter saúde mental é:

— Estar bem consigo mesmo e com os outros;

— Aceitar as exigências da vida;

— Saber lidar com as boas emoções e também com aquelas desagradáveis, mas que fazem parte da vida;

— Reconhecer seus limites e buscar ajuda quando necessário.

Outro fator que é muito importante ser ressaltado, é aquele que muitas vezes impede do indivíduo procurar um profissional, o preconceito.

Este fator ainda é bestante presenta na sociedade, com um grande peso histórico, uma vez que o “louco” era visto como alguém a ser afastado, enclausurado, aquele que não compartilha da ‘mesma realidade’ que os demais.

A saúde mental, muitas vezes, é vista como uma fraqueza do indivíduo. Toda vez que for julgar alguém, vale praticar a seguinte atividade:

“Nossa, mas aquele menino tem tudo, por que está deprimido?”

Se a palavra “deprimido” for trocada por “câncer” é possível observar que a frase acaba por ganhar um peso muito maior.

Justamente por esse preconceito presente presentemente, as pessoas não querem ser reconhecidas como alguém que possui algum transtorno metal, com medo de ser visto como fraco ou descontrolado e acabam não procurando um profissional.

Com isso em mente, os Municípios, via Secretarias de Saúde, precisam sempre realizar ações para combater não só esse preconceito, mas também com o receio de procurar um especialista da área.

As ações precisam ocorrer tanto por meio de palestras quanto de atividades ao ar livre, para escolas e até mesmo para os profissionais da educação durante o ano todo. Além da intensificação na Campanha Setembro Amarelo.

Caso esteja a procura de um profissional para cuidar de sua saúde mental, vá até à Unidade de Saúde da Família mais próxima que será realizado uma consulta e encaminhado ao CAPS — Centros de Atenção Psicossocial, caso necessário.

Por fim, é importante lembrar:

— Não feche os olhos. Não buscar ajuda contribui para o agravamento do estado emocional, o que pode levar a pensamentos suicidas;

— Não julgue a pessoa que possui algum transtorno, pois, é um problema tão sério quanto qualquer outra doença.